Para que uma coisa possa chamar a atenção de um nerd tem que ser no mínimo interessante, e disso os geeks e nerds da revista Superinteressante sabem muito bem. E por falar em Superinteressante dia desses eu vi uma matéria sobre os números primos.
“A inesgotável fonte dos números primos” por Luiz Barco, uma matéria que atrai nerds e geeks dos mais variados segmentos.
Aos mais fissurados vou deixar um trechinho da matéria, mas não se preocupe vou deixar o link.
Recentemente, tive de fazer, aqui na redação, algumas contas enormes que faziam parte de um intrigante artigo sobre a natureza da matéria. Há quem afirme que ela simplesmente não existe – quando mais nos aproximamos para conhecer sua natureza, mais parece que ela é um imenso vazio. Essa afirmação, com toda certeza, trata da relação entre o “diâmetro” do átomo e os “diâmetros” das partículas que os formam. Vale lembrar que os gregos já consideravam a matéria constituída de pequeníssimas partículas “indivisíveis”, chamadas átomos – e isso me leva a outra lembrança: uma metáfora de John Allen Paulos, que no livro Numeracy considerou os números primos os átomos da Aritmética. Essa consideração, de fato, poderia ser estendida a toda a Matemática, pois exceto os triviais 0 e 1, todos os demais como 2, 3, 4, 5, 6… ou são primos, como 2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, 23, … ou compostos (que podem ser expressos como um produto de dois ou mais números primos), como: 4, 6, 8, 9, 10, 12, 14, 15, 16, 18, 20, 21, 22, 24 e assim por diante. Veja: 6 = 2 x 3, 12 = 2 x 2 x 3, 15 = 3 x 5, 105 = 3 x 5 x 7 etc. Tratamos disso em artigo anterior (SUPERINTERESSANTE ano 7, número 7) e naquela oportunidade escrevi que os números primos são infinitos. Tanto é assim que o próprio Paulos registrava em seu livro que o maior número primo conhecido até 1990 era [(391581 x 2 216091)-1]. E foi necessário que um supercomputador trabalhasse por mais de um ano para calculá-lo.
Deliciem Nerds e Geeks!!!
A vitória é nossa: Matéria na íntegra
